Inês Filipe

1998

Biography

Estuda na Escola de Dança do Conservatório Nacional, entre 2008 e 2012.

É licenciada em Teatro – variante Interpretação (2016-2019) e pós-graduada em Dramaturgia e Argumento (2019-2020), pela ESMAE. Realiza um semestre da Licenciatura na Real Escuela Superior de Arte Dramático, em Teatro Gestual, em regime Erasmus. Frequenta, atualmente, o Mestrado em História da Arte, Património e Cultura Visual (FLUP), encontrando-se em fase de conclusão de uma investigação em torno da presença da imagem em movimento no processo criativo de Olga Roriz.

Participa nos espetáculos: “Momentos of Young People” (2018), de Raimund Hoghe, no Teatro Rivoli; “Alma” (2020-2023), de Tiago Correia, produção A Turma; “Tang Ping: um western sobre não ser ninguém” (2022-2023), da companhia Visões Úteis; “O Salto” (2023), de Tiago Correia; “Sai e Luta?” / “Izadi I Bori Se?” (2025), de Lajla Kaikčija, projeto europeu com produção portuguesa do Theatro Circo.

Em audiovisual, destaca a participação nos projetos “Daqui Houve
Resistência”, da Bando à Parte, “O Pior Homem de Londres” (2024), de Rodrigo Areias e “Alento” (2023), de Constança Pinelo.

A peça com que conclui a Pós-graduação, “O Calor do Lar”, é apresentada
na RTP2 (“A peça que falta”, 2023) e no Mosteiro de São Bento da Vitória (“Peças Novas: Leituras, Espetáculos, Encontros”, 2021).

Em 2021, escreve e encena “A morte da sereia”, espetáculo criado a partir de “A Dama do Mar”, de Henrik Ibsen, e da reescrita de Susan Sontag da mesma obra.
Assinou ainda a coreografia para o espetáculo «Tratado das Coisas Pequenas», da Confederação – coletivo de investigação teatral.

Em 2023, dirige o projeto “Um século de Grupo Musical – Miragaia vista por
uma atriz” a convite da Confederação, em coprodução com o programa Cultura em Expansão, da Câmara Municipal do Porto.

Em 2024, termina a escrita da peça “Caldo Entornado”, editada no âmbito do projeto “Fantasia Futurista” do Teatrão, em parceria com o Instituto Camões.

Em 2025, escreve e encena “Devo dançar também no escuro?”. A peça
“Petróleo”, desenvolvida na oficina “Manual de Autodefesa para Dramaturgos Vivos” (2022), é a vencedora da 1a edição do Prémio Novas Dramaturgias José Louro.

Recent projects

  • 2025 – Daqui Houve Resistência (RTP)
  • 2024 – The Worst Man in London, de Rodrigo Areias
  • 2023 – ALENTO, de Constança Pinelo
  • 2022 – Passeio pelo Saber, de Pedro Faísca
  • 2022 – Call Me Real, de Gonçalo Mendes

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