Ricardo Correia

1977

Biografia

Barcelos, 1977.

Em 2001 estreou-se como ator no Teatro Nacional São João no projeto Teatral Radical coordenado por António Fonseca. Mestre em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian na frequência da LISPA [London International School of Performing Arts] em Londres, no método Jacques Lecoq em 2013. Trabalhou em mais de quarenta espetáculos, como ator com vários encenadores e estruturas, tais como: o António Fonseca, Nuno M. Cardoso, Marcantónio Del Carlo, [Teatro Nacional São João], António Augusto Barros, Rogério de Carvalho, Sílvia Brito, Pierre Voltz, António Mercado, Sofia Lobo [A Escola da Noite], Fernando Moreira, Jorge Louraço [T- Zero], Paulo Castro e Marco António Rodrigues [Teatro Oficina], Zé Geraldes, Filipa Malva [TAGV], Rafaela Santos [Amarelo Silvestre], Marco António Rodrigues, Corina Manara, Deolindo Pessoa [O Teatrão], Luísa Pinto [Cine Teatro de Matosinhos], Skimstone Arts e Less Less Theatre (UK), Grupe Tagg (DE), e leituras no MAD, Festival END | Coletivo 86, Clube de Leitura Teatral, Visões Utéis, entre outros. Os últimos espetáculos de teatro onde entrou enquanto ator são: Cartas de Guerra 61-74, Peças Breves sobre a ascensão e queda de uma egoísta chamada Europa, O Museu da Consciência, Crise de 69 – O Ano em que sonhámos Perigosamente [Casa da Esquina em coprodução com Convento São Francisco.], Das tripas coração – 99 anos [TNSJ], Eu uso termotebe e o meu pai também [Casa da Esquina em coprodução com Teatro Nacional D. Maria II, CCVF, TAGV e Teatro Aveirense], Museu da Existência [Amarelo Silvestre], Micro-revoluções [Less Less Theatre], O Meu país é o que o mar não quer [Casa da esquina, no Be festival | Birmingham, Sp Escola de Teatro | São Paulo, e FIT |Belo Horizonte].

Trabalhou com os realizadores Augusto Fraga, Bruno Gascon, Bruno Marques de Oliveira, Carlos Coelho Costa, Henrique Oliveira, João Cayatte, Martin Condeixa, Patrícia Sequeira, entre outros.

Criador e Programador da Casa da Esquina, estrutura de criação e programação de Coimbra, com financiamento quadrianual pela DGArtes [2023-2026], onde desenvolve trabalho como criador desde 2008 na qual criou e dirigiu mais de 20 projetos teatrais. Concebeu projetos pedagógicos para Convento São Francisco [2017 e 2019] Teatro Virgínia [2018-2019], Bienal de Arte Contemporânea, ANOZERO | CAPC [2015 e 2017] e Cine Teatro de Estarreja [2019, 2022]. Codirige o Clube de Leitura Teatral [2015 -2023]. Júri do Projeto École de Mâitre [2014-208] e Panos/ Culturgest [2010 a 2017], Panos / TNDMII [2023]. É autor de cerca de uma dezena de textos para teatro. O meu país é o que o mar não quer e outros peças está editada pela Imprensa da Universidade de Coimbra| 2019. A sua peça Call Center, foi editada pelo Teatro Nacional D. Maria II; Bicho do Mato, no volume Laboratório de Escrita para Teatro – Textos 2017/2018 (coord. Rui Pina Coelho). A peça Exílio[s] 61-74 está editada em França com edição bilingue pela editora Les Presses universitaires du Midi da Universidade de Toulouse – Jean-Jaurès (UT2J) da antologia Frontières da Colecção Nouvelles Scènes, 2020. Pelos Livrinhos dos Artistas Unidos está editado o livro Eu uso Termotebe e o Meu Pai Também e outras peças, 2021. Coordenou com Sónia Ferreira para o projeto #ECOS o livro Laboratório de Escrita para Teatro – Dramaturgias Políticas Contemporâneas, edição ECOS e Casa da Esquina. E coordenou o livro Peças Breves sobre a ascensão e queda de uma egoísta chamada Europa editado pela Húmus, 2022. Leciona desde 2013 como Professor-Adjunto na Licenciatura de Teatro e Educação da ESEC/IPC (interpretação, dramaturgia e encenação) onde é diretor de Curso desde 2022.

Lecionou de 2015 a 2018 como Assistente convidado na Licenciatura em Estudos Artísticos na Universidade de Coimbra. Detêm o Título de Especialista em Teatro desde 2016. Investigador do CEIS20 – Centro de Estudos Interdisciplinares do Séc. XX da Universidade de Coimbra. Doutorando em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra desde 2018 com o projeto “Política, Resistência e Prática Dramatúrgica na Contemporaneidade – Um Estudo de Caso”.

Melhor tradução de texto para português no EURODRAM, com Caldarium de Sabrina Mahfouz, traduzido do inglês 2019, Baby Steps de Deborah Pearson traduzido do inglês em 2023.

Projetos recentes

  • 2023 – Pátria, de Bruno Gascon
  • 2023 – Braga (RTP)
  • 2022 – PUB “17h30” | NOBRE
  • 2022 – PUB “Indiretas de Natal” | WORTEN
  • 2022 – Cuba Libre (RTP)
  • 2021 – Vento Norte (RTP)
  • 2020 – Amar Demais (TVI)
  • 2019 – 1618, de Luís Ismael
  • 2019 – Filho Pródigo, de Luísa Pinto e Carlos Coelho Costa
  • 2019 – Áudio-Walk – Esteiros | Casa da Esquina
  • 2019 – Terra Brava (SIC)
  • 2019 – A Prisioneira (TVI)
  • 2019 – PUB “É só desta vez” | PONTO VERDE
  • 2019 – PUB “Um negócio não se faz só de negócios” | VODAFONE
  • 2018 – Snu, de Patrícia Sequeira
  • 2008 e 2011 – Áudio-Walk – Chambes Rooms Zimmers | Casa da Esquina

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