DANIELA MARQUES

1993

Intérprete e criadora. Nasceu em 1993 em Aveiro.
Em 2008 muda-se para o Porto com a vontade de estudar teatro, concluindo assim o curso de interpretação na ACE – Escola de Artes em 2011. No ano seguinte funda a companhia de teatro Numa Norma, com a qual foi desenvolvendo grande parte do seu trabalho como intérprete até ao ano de 2015. Em 2014, participa no Laboratório de Criação Coreográfica, organizado pela Companhia Instável, onde procura explorar e desenvolver as suas capacidades de criação e novas formas de abordagem.
Actualmente frequenta a Escola de Jazz do Porto, procurando no canto um outro lugar para dar continuidade ao seu trabalho artístico.
Em teatro destaca: “Medeia” de Hélia Correia, uma produção do Teatro da Escola da Noite (Coimbra, 2019); “O Lobo Sou Eu”, encenação de Rui Spranger com produção do Teatro Pé de Vento (Porto, 2017); “Prelúdio: a mulher selvagem”, encenação de Bruno Martins e co-produção Teatro da Didascália/ Centro Cultural Vila Flor/ Casa das Artes de Famalicão ( Guimarães, 2016); “Turandot” de Carlo Gozzi, encenação de João Cardoso e coprodução Assédio Teatro/ Teatro do Bolhão/ Numa Norma/ Teatro Nacional São João (Porto, 2015);“Felizmente há Luar” de L. S. Monteiro, encenação de António Júlio e produção do TEP (Gaia, 2014); “Fome Longe” de Zeferino Mota, dirigido por António Júlio, inserido no festival “Corrente Alterna” no TECA (Porto, 2013); “Maison Marlène”, encenação de António Júlio, e coprodução Numa Norma/ Teatro do Bolhão (Porto, 2013); “Marat/Sade” de Peter Waiss, encenação de António Júlio e coprodução Numa Norma/As Boas Raparigas (Porto,2011).
Ainda no teatro, conta com três criações: “Audax Viator”, co-criação Rui Souza e Daniela Marques, texto de Afonso Cruz e produção do Carmo’81 (Viseu, 2018); “Vox Humana: Monólogo para uma actriz e Órgão de Tubos”, co-criação de Daniela Marques e Rui Souza (Guimarães, 2016).
No cinema participou em “Inerte”, curta metragem de Marco Miranda e Daniela Marques, realizado por Marco Miranda (Porto, 2018) e “Snooze”, curta metragem de Dinis Machado (Porto, 2017).
Na performance conta com “Tudo o que está ao meu lado” de Fernando Rubio, inserido no festival FITEI (Porto, 2017).

CINEMA

2018 – Inerte, de Marco Miranda e Daniela Marques
2017 – Snooze, de Dinis Machado