DANIELA MARQUES

1993

Nasceu em 1993 em Aveiro. Intérprete.
Iniciou a sua formação em teatro na ACE – Escola de Artes em 2008, onde teve a oportunidade de conhecer e trabalhar com António Júlio, Maria do Céu Ribeiro, Joana Providência, Zeferino Mota, Magda
Henriques, entre outros. Em 2011, termina o curso de interpretação e em 2012 funda a companhia de teatro Numa Norma, com a qual foi desenvolvendo grande parte do seu trabalho como intérprete até ao
ano de 2015). Em 2014, participa no Laboratório de Criação Coreográfica, organizado pela Companhia Instável, no Campo Alegre, onde procura explorar e desenvolver as suas capacidades de criação e novas
formas de abordagem.

Dos seus trabalhos mais recentes, destaca:
-”Audax Viator”​, co-criação Rui Souza e Daniela Marques, texto de Afonso Cruz e produção do
Carmo’81 (Viseu, 2018)
– “Inerte”​, curta metragem de Marco Miranda e Daniela Marques (Porto, 2018)
– “Snooze”​, curta metragem de Dinis Machado (Porto, 2017);
– “Tudo o que está ao meu lado”​ de fernando Rubio, inserido no festival FITEI (Porto, 2017);
– “O Lobo Sou Eu”​, encenação de Rui Spranger com produção do Teatro Pé de Vento (Porto, 2017);
– “Prelúdio: a mulher selvagem”​, encenação de Bruno Martins e co-produção Teatro da Didascália/
Centro Cultural Vila Flor/ Casa das Artes de Famalicão ( Guimarães, 2016);
– “Vox Humana: Monólogo para uma actriz e Órgão de Tubos”​, co-criação de Daniela Marques e
Rui Souza (Guimarães, 2016);
– “Turandot”​ de Carlo Gozzi, encenação de João Cardoso e coprodução Assédio Teatro/ Teatro do
Bolhão/ Numa Norma/ Teatro Nacional São João (Porto, 2015);
– “Constelações” ​de Nick Payne, uma coprodução Numa Norma / Assédio Teatro (Porto, 2015);
– “Felizmente há Luar”​ de L. S. Monteiro, encenação de António Júlio e produção do TEP (Gaia, 2014);
– “ Memórias à flor da pele”​, um projeto fotográfico de Paulo Pimenta (Porto, 2014);
– “Fome Longe” ​de Zeferino Mota, dirigido por António Júlio, inserido no festival “Corrente Alterna”
no TECA (Porto, 2013);
-“Maison Marlène”​, encenação de António Júlio, e coprodução Numa Norma/ Teatro do Bolhão (Porto,
2013);
– “Marat/Sade” ​de Peter Waiss, encenação de António Júlio e coprodução Numa Norma/As Boas
Raparigas (Porto,2011).

CINEMA

2018 – Inerte, de Marco Miranda e Daniela Marques
2017 – Snooze, de Dinis Machado