MARIA TERESA BARBOSA

Concluiu o curso de Interpretação da Academia Contemporânea do Espectáculo em 2011 e no mesmo ano tornou-se um dos membros fundadores da jovem companhia Numa Norma. 

Em teatro destaca  “Felizmente há luar” de Sttau Monteiro encenado por António Júlio; "Crimes Exemplares" de Max Aub encenado por Pedro Fiúza, "Ping Pong Pau" de Ricardo Alves encenação de Gonçalo Amorim e "Rei Édipo" de Sófocles encenação de Kuniaki Ida (a estrear em Março de 2015).

Pelos Numa Norma conta com, "Marat/Sade" de Peter Weiss (co-produção Numa Norma/As Boas Raparigas); "Fome Longe" e "Maison Màrlene" (coprodução com Teatro do Bolhão) encenações de António Júlio. Para a infância, numa parceria dos Numa Norma com o Teatro do Bolhão percorre a escolas do país com "Teatro às 3 pancadas" de António Torrado e "O Limpa-Palavras" de Álvaro Magalhães.

Em performance trabalhou com Oscár Murillo, António Júlio em "FRAME(ME)" e "RHYME" (produção Numa Norma), e Oskar Gómez Mata em "Sem Título". Integrou também o elenco de mini-séries e telefilmes para a RTP, dos quias destaca “A rapariga da máquina de filmar” e "Tintim por tintim".

Já trabalhou com companhias como o Teatro Experimental do Porto, Teatro do Bolhão e mais recentemente com o Teatro Regional da Serra de Montemuro. Conta com encenações de João Paulo Costa, António Capelo, Joana Providência, Maria do Céu Ribeiro entre outros.

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