LUÍS ARAÚJO

Nasceu no Porto em 1983.
Formou-se em Interpretação pela Academia Contemporânea do Espectáculo (ACE). 
Em 2003 inicia o seu percurso profissional trabalhando com o dramaturgo australiano Raimondo Cortese (Ranters Theatre) e com a companhia italiana Teatrino Clandestino.

Como actor colaborou com os realizadores Edgar Pêra, Sofia Arriscado, M.F. Costa e Silva, Vasco Mendes, Emily Wardill e João Rosas (“Maria do Mar”, prémio para Melhor Filme no festival de Vila do Conde 2015), com os performers Pascal Lièvre, Rodolphe Cintorino e Miguel Bonneville e com os encenadores Luís Mestre, Manuel Sardinha, Nuno Cardoso, António Durães, Fernando Moreira, Ricardo Pais, João Pedro Vaz, Nuno M. Cardoso, Carlos Pimenta, Nuno Carinhas, Jorge Pinto, Gonçalo Amorim e Jacinto Lucas Pires, entre outros, apresentando os seus trabalhos em Portugal, Espanha, França, Cabo Verde e Brasil.

Em 2007 concebeu e interpretou o seu primeiro projecto de criação: “Mostra-me Tu a Minha Cara”, a partir de “Filoctétes” de Heiner Müller (SLTM). Em 2010 co-encenou “T3+1” a partir das peças curtas de Anton Tchekov (TNSJ) e em 2012 "Katzelmacher" a partir da obra homónima de R.W. Fassbinder (OTTO). Em 2013 criou e interpretou “Perspicere” (TNSJ/OTTO). Em 2014 criou, com Gonçalo Amorim e o TUP, “Celeste”, vencedor do prémio FATAL 2015. Em 2015 adaptou, encenou e interpretou “Caridade” a partir de “Fé Caridade Esperança” de Ödön von Horváth (TEP/FITEI’15) e em 2016 adaptou e encenou “Subterrâneo - o fim dos fins é não fazer nada” a partir de “Cadernos do Subterrâneo” de Fiódor Dostoievski (AO CABO).

Para além do seu trabalho como intérprete e criador, trabalha como formador na área da expressão dramática e dá regularmente a voz a filmes, documentários, séries, audio-books, sitcoms, desenhos animados video-jogos e publicidades para cinema, rádio, web e televisão.

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