JÚLIA VALENTE

Júlia Valente nasceu no Porto em 1996. Começou a sua formação como atriz com 14 anos, na escola artística Ballet Teatro. Mais tarde, concluiu o secundário e formação artístico-profissinal na Academia Contemporânea do Espetáculo. 
De momento frequenta o curso de teatro (ramo atores) na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa.

Durante a sua formação como atriz fez parte de "Ursos à Força", uma encenação de Pedro Frias, e "Os Gigantes das Montanha" de Luigi Pirandello, uma ­encenação de António Júlio (Auditório do Teatro do Bolhão), entre outras. 

Em Inglaterra fez o Musical Theatre Workshoop na Cambridge School of Visual and Perfoming Arts e esteve em Londres onde integrou uma turma no curso de "European Greats" Modern Theatre Workshoop na RADA. E no Porto o Workshoop de Máscara Neutra com Nuno Pino Custódio.

Como atriz profissional integrou o espetáculo "Ájax” a partir da peça de Sófocles, uma encenação de Nuno Cardoso (Auditório do Teatro do Bolhão) e “Território” uma encenação de Joana Providência (Auditório Palácio do Bolhão). 

Como bailarina clássica é certificada pela Royal Academy of Dance com o diploma de Avançado (Advanced). Onde integrou ­ "Coppélia" ­e "Quebra ­Nozes" (Campo Alegre) espetáculos coreografados por Claúdia Fernandes e Anabela Lisboa.

Além de Ballet Clássico, teve aulas de Dança Contemporânea. Mais tarde na Academia Contemporânea do Espetáculo aprofundou a Dança Contemporânea com Joana Providência.

Desenvolveu um projeto independente, coreográfico de raíz “Cama como Cova” juntamente com o bailarino e intérprete Alfredo Bertino.

Outras modalidades que explorou foi, também na ACE, as Danças Africanas e Tango. 
Com a bailarina e coreógrafa Cristina Planas Leitão frequentou aulas de Flying Low. 
E com os Momentum Crew, Hip Hop, House, Dancehall e Funk. 

No cinema, como atriz, participou num Workshop de cinema (acting) na NBA (NYCOLAU BREYNER ACADEMY), direcionado por Manuela Couto, e participou em curtas metragens como, ­"Mãe" de Afonso Pimentel, “Cosmos” de João Monteiro, e em “Primavera Sempre” de Nuno do Lago.

Em 2016, frequentou um ano de Cinema, no curso da Escola Superior de Teatro e Cinema, onde realizou duas curtas metragens, “Erosão” e “Entropia”.

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