José Carretas

Ator, dramaturgo, encenador

Nasceu em 1953, Campo de Besteiros, Tondela

Frequentou o Conservatório de Teatro de Lisboa (atual Escola Superior de Teatro e Cinema) no ano letivo de 1974-5.

Em 1975 ingressa no Grupo de Teatro O Bando onde inicia a sua carreira como ator, atividade que desenvolveu como principal até 1989.

Como ator, encenador e dramaturgo, ao longo da sua carreira, trabalhou com diferentes companhias de Teatro como O Bando, A Barraca, Teatro Aberto, Panmixia – Associação Cultural, Teatro Bruto, GICC – Teatro das Beiras, Teatroesfera, Teatro Regional a Serra de Montemuro e os Teatros Nacionais D. Maria II e São João.

É autor de obras como “A Estrela por trás da Montanha”, “IUZECZE” (1990), “Joana que...” (1991), “Na minha rua ninguém passa” (1993),“Caixa Preta” (com Teresa Faria, 1996), “O Segredo Maior” (1998), “Do Ar” (1999), “A Tituria” (2001), “A Última Ceia” (2001), “A Cor da Morte” (2002), “1853” (2003), “Ilhas” (2004), “O Rio” (2005), “A um Dia do Paraíso” "Ai Que Medo!" (Espetáculo Transdisciplinar) (2007), “ A Doença de Machado Joseph”(2008), "O Olho de Alá" a partir do conto de Rudyard Kipling "The Eye of Allah", (2009) “Pedro e Inês” (2010), “Memórias do Limia” (2011), "O Olhar Português"(2012), “Cordel” com Amélia Lopes, entre muitos outros.

Encenou também textos de Luís Pacheco,  Alçada Baptista, Eduardo de Fillippo, William Shakespeare, Rudyard Kipling, Maquiavel, Manuel Mediero, Evelyne Pyeiller, Corneille, Franca Rame, Dario Fo, Vergílio Ferreira e Molière.

Como cenógrafo, assinou várias cenografias para diferentes grupos ou companhias de Teatro: Teatro O Bando, A Barraca, Teatro Aberto, Panmixia Associação Cultural, Teatro Bruto, GICC Teatro das Beiras, Teatroesfera, Panmixia.

Em cinema e televisão, como ator, participou ainda em:

Mulheres de Abril; Mulher.Mar; A Casa Esquecida; Deux justiciers dans la ville; Na Mão de Deus (Antero de Quental); Um Homem é um Homem; Um Dia na Capital do Império.

 

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