JOÃO CARDOSO

Nasce no Porto em 1956. Iniciou a sua carreira no Teatro Universitário do Porto.

Em 1981, integra o elenco do Teatro Experimental do Porto, onde se profissionalizou. Em 1984 é fundador de Os Comediantes, e participa em todos os seus espectáculos. Em 1994, participa em A Tempestade, de Shakespeare no Teatro Nacional S. João.

De regresso ao TEP, em 1996, encena No Reino da Bicharada, de Manuel António Pina, e Comédia de bastidores, de Alan Ayckbourn. Em 1998, participa nos espectáculos de Jorge Silva Melo A tragédia de Coriolano, de Shakespeare e A queda do egoísta Johann Fatzer, de Brecht. Participa em filmes como O rio do Ouro, de Paulo Rocha, Delfim, de Fernando Lopes e A Filha, de Solveig Nordlund .

Também em 1998,  é fundador, director artístico, encenador e actor da ASSéDIO. Para o grupo, interpreta as personagens centrais ou encena O falcão, de Marie Lamberge, Belo?, de Gerardjan Rijnders, Três num baloiço, de Luigi Lunari , Cinza às cinzas, de Harold Pinter,  Distante, de Caryl Churchil, No campo, de Martin Crimp, Testemunha de Cecília Parket, Contra a Parede + Menos Emergências de Martin Crimp, Ossário e Terminus de Mark O’Rowe, [Sobressaltos] Samuel Beckett, O Corte e Produto, de Mark Ravenhill, O Fantástico Francis Hardy, Curandeiro, de Brian Friel, Uma noite em Novembro, de Marie Jones, Um Número, de Caryl Churchill, O Tio Vânia de Anton Tchékhov, Todos os que falam – Ir e Vir, Um Fragmento de Monólogo, Baloiço, Não Eu, de Samuel Beckett, O Olhar Diagonal das Coisas, a partir da poesia de Ana Luísa Amaral, Terminus de Mark O’Rowe, O Concerto de Giglli de Tom Murphy, A História da aranha Leopoldina de Ana Luísa Amaral, O Feio de Marius von Mayenburg, Cartas Íntimas de Brian Friel, Terra sem palavras de Dea Loher, O dia de todos os pescadores de Francisco Luís Parreira,  A morte do dia de hoje de Howard Barker, Vozes familiares de Harold Pinter, Quem te porá como fruto nas árvores… a partir de Ruy Belo, Com os bolsos cheios de pedras, de Marie Jones.

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