DANIELA MARQUES

Nasceu em 1993 em Aveiro.

Iniciou a sua formação em teatro na ACE – Escola de Artes em 2008, onde teve a oportunidade de conhecer e trabalhar com António Júlio, Maria do Céu Ribeiro, Joana Providência, Zeferino Mota, entre outros. Em 2011, termina o curso de interpretação e, juntamente com os seus colegas de P.A.P. (Prova de Aptidão Profissional), funda a companhia de teatro Numa Norma, com a qual vai desenvolvendo o seu trabalho como intérprete. Em 2014, participa no Laboratório de Criação Coreográfica, organizado pela Companhia Instável, no Campo Alegre, onde procura explorar e desenvolver as suas capacidades de criação e novas formas de abordagem. Dos seus trabalhos mais recentes, destaca: "Prelúdio: a mulher selvagem", encenação de Bruno Martins e co-produção Teatro da Didascália/  Centro Cultural Vila Flor/ Casa das Artes de Famalicão ( Guimarães, 2016); "Vox Humana: Monólogo para uma actriz e Órgão de Tubos",  co-criação de Daniela Marques e Rui Souza (Guimarães, 2016); “Turandot” de Carlo Gozzi, encenação de João Cardoso e coprodução Assédio Teatro/ Teatro do Bolhão/ Numa Norma/ Teatro Nacional São João (Porto, 2015); “Constelações” de Nick Payne, uma coprodução Numa Norma / Assédio Teatro (Porto, 2015); “Felizmente há Luar” de L. S. Monteiro, encenação de António Júlio e produção do TEP (Gaia, 2014); “ Memórias à flor da pele”, um projeto fotográfico de Paulo Pimenta (Porto, 2014); “Fome Longe” de Zeferino Mota, dirigido por António Júlio, inserido no festival “Corrente Alterna” no TECA (Porto, 2013); “Maison Marlène”, encenação de António Júlio, e coprodução Numa Norma/ Teatro do Bolhão (Porto, 2013); “Teatro às Três Pancadas” de António Torrado, coprodução Numa Norma/ Teatro do Bolhão – Serviço Educativo (Porto, 2011/2012); “Marat/Sade” de Peter Waiss, encenação de António Júlio e coprodução Numa Norma/As Boas Raparigas (Porto,2011).

 

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