DANIELA LOVE

Daniela Love nasceu em 1992 e é uma atriz formada pela Academia Contemporânea do Espectáculo (ACE).

Em teatro integrou o elenco de «Inimigos de Classe», uma encenação de João Paulo Costa (Teatro do Bolhão) e «O Maldoror está vivo!», uma encenação de Pedro Fiuza (Teatro Bruto/Fábrica Social). Em 2013, encenou por duas vezes leituras de textos literários: «Zona Interdita» de Carolina Marcello, no ambito do colóquio Escrever nas Margens – LGBT em Portugal e «Incendiário ou Uma coisa a menos para adorar» com dramaturgia de Paulo Brás, inserido no III encontro do Grupo de Estudos Lusófonos na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Encontra-se, atualmente, em digressão pelo norte do país com o espetáculo «A história da Gaivota e do gato que a ensinou a voar», uma criação coletiva produzida pelo Coletivo Alexandre Herculano.

Em cinema destacam-se as curtas-metragens «Videoclube» de Ana Almeida, «2000 pés» de Bruno Nacarato, «M is for Mail» de Pedro Santasmarinas, «Inauguração» de Gonçalo Ribeiro e o telefilme da RTP «A rapariga da máquina de filmar» de André Vieira. Recentemente protagonizou a longa-metragem «A Floresta das Almas Perdidas» de José Pedro Lopes, tendo a sua prestação financeiramente apoiada pela GDArtes. Tem vindo também a trabalhar em publicidade, videoclips e curtas-metragens musicais.

Fez parte de alguns projetos de performance tais como «Simulacro» de Miguel Palma (Galeria da Fundação EDP), «No hay banda» – a partir de Mulholland Drive de David Lynch (Centro Cultural Vila-Flor, Theatro Circo, Casa das Artes de Famalicão), «A Mulher é o Futuro do Homem» – «5/12: Le mort saisit le vif» ( Maus Hábitos – Espaço de Intervenção Cultural) e «Galeria Espacial», performance integrada na galeria dos artistas Miguel Palma, Luís Alegre, Elisa Pône e DirtyCop na Mostra'15 (mostra de arte contemporânea).

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